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Segundo estudo, contrair Covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis

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Segundo um estudo recente, publicado no último domingo (27/12) na plataforma MedRxiv, contrair Covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis. Dessa forma, o estudo buscava entender melhor as sequelas da doença a longo prazo. Com isso, além de sequelas como perda do olfato e degradação de células do pulmão e outros órgãos, a doença causada pelo vírus Sars-CoV-2 também poderia influenciar no tamanho do órgão sexual masculino.

Tendo se iniciado a sete meses, ou seja, em abril, a pesquisa investigava consequências que o vírus poderia deixar no corpo humano. Desse modo, mais de três mil pacientes de 56 países foram analisados durante o período. Mas, para além de diminuir o tamanho do pênis, também foram descobertas várias ouras sequelas não detectadas até então.

Várias outras sequelas foram detectadas nos voluntários

De acordo com os resultados da pesquisa, 3% dos homens relataram uma diminuição no tamanho de seu órgão genital. Enquanto isso, 15% relataram alguma forma de disfunção sexual e 11% relataram dor nos testículos. No caso das mulheres, 26% relataram irregularidade nos ciclos menstruais e 36% relataram algum problema relacionado a menstruação. Além disso, 8% das mulheres também relataram algum tipo de disfunção sexual.

Em um período de sete meses, o estudo buscou analisar sequelas deixadas pela doença logo nos primeiros dias e também, os efeitos depois de sete meses. Dito isso, cerca de 35% dos adultos não se curam por completam nas primeiras duas ou três semanas e, desse número, 25% continuaram a manifestar sintomas após 90 dias. Depois disso, mesmo após a recuperação, de 75% a 80% dos voluntários afirmaram sentir fadiga, número que varia conforme a idade. Continuando, 75% sentiram algum tipo de mal-estar pós-esforço e, de 52%  a 59% sentiram algum tipo de disfunção cognitiva.https://e37dd51346e8e567d719c2a08a1fe185.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Em destaque, também citamos as sequelas neurológicas, como a dificuldade de concentração e dificuldade de raciocínio, ditas por 75% e 65% dos voluntários, respectivamente. Na pesquisa, 73% dos voluntários afirmaram que a memória foi afetada de alguma maneira e, dentre estes, 65% relatou problemas com a memória de curto-prazo e os outros 35% com memórias mais antigas.

Efeitos que podem permanecer para toda a vida

Segundo Hannah Davis, uma das autoras do estudo, a sequela que mais choca é a da memória e como ela afeta, tanto grupos mais jovens como mais velhos. “Uma das maiores descobertas para mim foi que não houve diferença na idade para a disfunção cognitiva, perda de memória ou impacto disso na vida diária! Isso aconteceu com tanta frequência no grupo de 18 a 29 anos quanto no grupo com mais de 70 anos”, afirma Davis.https://e37dd51346e8e567d719c2a08a1fe185.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Recentemente, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que, “para um número significativo de pessoas, esse vírus causa uma série de efeitos graves no longo prazo”. Em seguida, o diretor-geral da OMS também cita sequelas como fadiga, sintomas neurológicos e inflamatórios. Além de também, problemas cardíacos e pulmonares. Agora, o estudo pode confirmar esses efeitos e ainda apontar consequências da infecção desconhecidas até então.

De toda forma, vale lembrar que, ainda que o estudo tenha sido publicado, ele conta com voluntários e grupos de apoio. Portanto, os efeitos da infecção citados no estudo ainda precisarão ser revistos por outros pesquisadores.

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